Pra mim, melissa é uma coisa no meio do caminho entre peça toy art e calçado. São cheirosas. São de plástico. E colecionáveis. Suas donas normalmente estabelecem com elas uma relação que transcende a coisa-calçado. É um resgate lúdico, perfeitamente dispensável, mas a gente não dispensa.
Depois do reposicionamento no mercado, ultrapassada a fase da abelhinha, a marca investiu marketing e em parcerias com estilistas, designers e artistas plásticos que deram muitíssimo certo - uma das mais inusitadas foi a com a Love Foxxx, vocalista do CSS, com um ratinho.
De início restrita às rodinhas mais fashion, agora esse pedacinho de plástico se popularizou e se internacionalizou. Agora são tipo umas havaianas super-caras (dizem que o custo de produção não ultrapassa R$ 3,00) e super-charmosas.
Em 2008, a parceria com a arquiteta iraquiana Zaha Hadid deu origem a um inacrediável modelo: sapato e conceito e plástico. Dessa vez, o artista foi o aquiteto/designer italiano Gaetano Pesce . Lançada no último fashion Rio, a melissa que ele nos apresenta é cheia de bolhas e é costomizáveL: apresenta-se meio como uma anlke boot, mas pode adquirir outras formas, segundo a criatividade da dona. Segundo Pesce, a idéia é justamente respeitar a criatividade de cada uma. Oh Oh!
